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1.1. Re: INTRATERRENOS EM PORTUGAL De: Sérgio

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Dean

1.2. Re: INTRATERRENOS EM PORTUGAL De: Eustáquio Andréa Patounas
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1.1. Re: INTRATERRENOS EM PORTUGAL
Enviado por: "Sérgio" [email protected] sergio.rheing
Qua, 12 de Jun de 2013 11:19 am

Os mundos intraterrenos não se expressam da maneira como foi relatado no texto. Somente a algumas regiões é permitido os acessos e suas caracteristicas diferem muito do que foi descrito. Faz-se necessário, antes de tudo, ter a percepção do fogo sagrado, ou seja, a consciência do Samadhi, nos seus diversos níveis. Sem a conquista deste estado consciencial dificilmente os guardiões, chamados de Anciões, permitirão a entrada ou a permanência de seres humanos intrusos. O texto me parece ser muito mais uma projeção astral mesclada com o mundo dos elementais, do que propriamente uma viagem as profundezas do Planeta. Para se aventurar a fazer este tipo de viagem deve antes de tudo haver um propósito interior e para isto um grande preparo. Os mundos e as cidades interiores NÃO são lugares para turistas ou curiosos visitarem! O atual trabalho evolutivo está centrado mais na face do Planeta, devido ao egrégora e à presença do Rei do Mundo estar no momento mais intensificado aqui e não mais no seu interior. Por isso, principalmente a partir de 2005 (quando houve o empossamento oficial do Rei do Mundo na Face), as viagens aos mundos interiores não se fazem mais necessárias como meio de auxílio imediato a nossa humanidade.

···

--- Em [email protected], Eustáquio Andréa Patounas <socex.ufobras@...> escreveu

*
http://www.apovni.org/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=944:os-intraterrenos-em-portugal&catid=11:intraterrenos&Itemi
*<http://www.apovni.org/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=944:os-intraterrenos-em-portugal&catid=11:intraterrenos&Itemi&gt;
*
*
*OS INTRATERRENOS EM PORTUGAL**[image:
PDF]*<http://www.apovni.org/portal/index.php?view=article&catid=11%3Aintraterrenos&id=944%3Aos-intraterrenos-em-portugal&format=pdf&option=com_content&gt;
*[image: Versão para
impressão]*<http://www.apovni.org/portal/index.php?view=article&catid=11%3Aintraterrenos&id=944%3Aos-intraterrenos-em-portugal&tmpl=component&print=1&layout=default&page=&option=com_content&gt;
*[image: Enviar por
E-mail]*<http://www.apovni.org/portal/index.php?option=com_mailto&tmpl=component&link=3c4fa783ff4f9bc159b5bc5dec8abc0161fda4c6&gt;
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FracoBom **artigos da APO
<http://www.apovni.org/portal/index.php?option=com_content&view=section&id=1&Itemid=13&gt;
- Intraterrenos<http://www.apovni.org/portal/index.php?option=com_content&view=category&id=11:intraterrenos&Itemid=13&gt;
**Escrito por Luís Aparício **Sábado, 25 Maio 2013 19:56

*

*Eles habitam por baixo de nós, os ovnis são vistos a mergulhar na terra,
nos mares e em lagos, alguns contatados falam que foram até bases
subaquáticas, a APO orgulha-se de divulgar as experiências que uma senhora
da nossa máxima confiança teve com uma classe de seres apelidados de
castanhinhos que vivem no debaixo do território Luso. Apresentamos a
transcrição da palestra que Marta Maria Caires, nos deu no dia 4 de junho
2011.*

*Boa tarde, a maior parte de vós já me conhece chamo-me Marta Maria Caires.
Obrigada pela vossa presença. Hoje vou falar dos intraterrenos, estes
assuntos mais subtis, são a minha paixão. Embora eu me defina como
pesquisadora, instrutora e curadora cósmica é a pesquisa que
verdadeiramente mais me delicia é a continuidade de trabalhos feitos em
vidas passadas. A pesquisa é um campo tão vasto, tão belo, tão abrangente
que nesta vida não terei tempo para pesquisar tudo o que desejo.
Hoje vou falar dos intraterrenos e do meu contato com eles e a minha
deslocação até esses seres que vivem no interior da terra.*

*A energia*

*Antes vou dizer umas palavras sobre a energia. Tudo é energia, mesmo que
as pessoas não acreditem neste fato devemos procurar e pesquisar este tema.
Tudo é energia, a fonte da energia é uma energia única e esta vai-se
subdividindo à medida que se vai exteriorizando e manifesta-se nos vários
planos ou dimensões, de energias mais subtis, até às energias mais densas.*

*Nós seres humanos temos mais consciência das energias mais densas porque
condizem mais com o nosso último corpo físico denso, mas em criança somos
mais sensíveis às energias mais subtis, pois reconhecemo-las melhor.*

*Sabemos que existem em nós outras energias mais subtis que são os nossos
corpos; o corpo etérico, o corpo astral, o corpo mental, o nosso corpo de
luz e outros e tudo isto é energia nas suas várias dimensões. À medida que
a nossa monada desperta, passamos a interagir diretamente com certas
energias ou seja ficamos mais abertos. Esta abertura permite interagir
diretamente e mais conscientemente com esta energia mais alta e mais subtil
que chamamos de one-zone. Existem outros nomes para esta energia, mas é o
mais comum. A ativação do poder da one-zone nestes planos mais baixos é uma
das mudanças da nova era que se notará com mais incidência a partir de 2012.
*

*Quando usamos esta energia one-zone, ficarmos uno com ela, ficamos com a
capacidade de fazermos a projeção subtil e também o translado dos corpos.
Os seres humanos que ativarem bem em si esta energia one-zone, podem
penetrarem nos mundos interiores e interagirem com as civilizações
superiores que habitam as diversas partes do cosmos. Com esta energia
podemos também levitar, podemos também andar sobre as águas sem submergir e
podemos prestar serviço invisível ao mundo.*

*Hoje vou contar a minha deslocação ao interior da terra. Eu já conhecia
estes seres a quem eu dava o nome de «castanhinhos» porque eles apareciam
no espaço onde eu ia fazer tratamentos e dar palestras, eu detetava-os
quando estávamos a fazer meditações, orações ou outras coisas pelo bem do
planeta. Neste local também apareciam vários mestres e isto tudo enquanto
eu recebia várias mensagens referentes à tarefa que tinha em mãos, por isso
não tinha muito tempo para me debruçar sobre estes seres, eu sabia que eles
não ajudavam e até bricavam connosco, eles subiam pelo nosso corpo, eles
eram muito brincalhões.*

*Ás sextas-feiras, eu ia a um espaço (localidade) acendemos uma vela no
meio, só que estava vento e a vela estava sempre a apagar-se. A vela acabou
por ficar apagada. Enquanto dávamos as mãos e fazíamos uma roda, elas
(intervenientes dum grupo) pediam-me «vê se vês os ovnis», lógico que eu
também estava a tentar ver se aparecia algo. A minha mente e a minha
consciência estavam a adorar e eu olhava para o céu, para descobrir algum
ovni e quando eu começo a olhar fisicamente para cima, para satisfazer a
minha mente e a curiosidade delas, começo a agir etéricamente ao contrário,
começo a meter-me para dentro da terra. Eu não lhes disse nada, não as
queria desiludir, fui até à praia para fazer um trabalho e estava a fazer
outro, por isso calei-me e elas insistiam «Marta, diz o que vês». Comecei a
penetrar uns metros para dentro da terra e pensei no meu consciente (o que
eu faço por vezes, quando estou a fazer terapias das vidas passadas às
pessoas, ou mesmo outras coisas, quando a minha consciência mais elevada me
quer mostrar assuntos de civilizações mais antigas), muitas vezes descrevo
o que vejo como vou até ao local e para ir ao local desço para dentro da
terra, porque as camadas da terra vão ficando umas em cima das outras,
então desço uns metros e vejo os restos dessas civilizações e vou
descrevendo.*

*Quando estava a descer pela terra abaixo, ainda pensei «parece que vou ver
qualquer coisa do passado», mas não, continuava sempre a descer e o meu
mestre interno, a minha parte mais bonita, diz-me «diz a elas» retorqui
«mas digo o quê pensava eu» fisicamente eu só via escuridão. O meu mestre
interno continuava, «diz, diz» e eu realmente sentia uma energia, sentia
que ia passar-se algo de diferente que eu não estava a perceber no
consciente. Para não desconsolar as pessoas que estavam na praia comigo
disse «estou descendo para dentro da terra, só que vejo tudo escuro» e
continuava a descer cada vez mais, até que deparei-me com este cenário.*

*Estavam à minha espera um carreirinho de seres castanhinhos, todos em fila
indiana, à frente estava o chefe e apercebi-me que algo de diferente se ia
passar e vou dizendo às minhas colegas que estavam na superfície na praia,
aquilo que estava experienciando no interior da terra.*

*Descrevi-lhe que havia lá em baixo diferentes túneis, como se fossem
mangas e eles estavam nesses túneis. Eles cumprimentaram-me e pediram-me
para segui-los e vou vendo por onde eles passavam. Enquanto vou caminhando
deixo de ser eu (esta parte de mim que está no interior da terra) e fico
num castanhinho igual a eles, e continuava a andar com eles.
Vou descrevendo (para as pessoas que estavam na praia) «sou baixinha, sou
pequenina, pareço quase um anão, sou castanhinha, eles tinham a pele da
mesma cor da minha, era precisamente igual e luzidia, só que a pele deles
era mais grossa e mais dura, embora macia, continuei a transcrever para as
minhas colegas «não tenho cabelos, nem pelos e tenho a cabeça como se fosse
virada ao contrário. Nós, seres humanos temos alongada para cima, eles não,
eles têm a cabeça larga alongada para os lados e tinham uns grandes olhos
salientes.*

*Verifiquei que tinham braços e pernas pequeninas, mas não tinham dedos ou
melhor tinham uns mini-dedos, não tinham dedos compridos como nós, tinham
somente uns cotos pequeninos, tanto nos pés como nas mãos, eles já não
tinham necessidade de se agarrar ou fazer movimentos tão densos como nós
fazemos. E apercebi-me também que não tinham tantas necessidade básicas
como nós.*

*Continuei a relatar para as minhas colegas «eu não como, eu já não preciso
de comer, eu vivo do ar, o ar é que me sustenta» portanto era através da
respiração que penetrava pela boca era o meio de alimentação. Andavam
inclinando-se um pouco para a frente e com passos muito rápidos.
Eu ia andando atrás deles e vi que eles estavam naquela fila por ordem
hierarquia, os maiores à frente e os menores em questão de crescimento
evolutivo, vinham em último. Conforme eu ia andando eu ficava consciente do
local onde passava vi que havia alguns túneis que eles (os castanhinhos)
tinham construído para o seu habitat, mas também usavam outros túneis
feitos pela própria natureza. Estes canais eram lindíssimos e bem
trabalhados.*

*Fui andando até que chegamos a uma clareira e verifiquei que havia uma
claridade vinda do alto e pensei «ah! existe uma buraco onde entra o sol,
um pouco de sol, um sol muito fraco!». O ser que orientava diz-me
«deita-te», eu deitei-me no meio da clareira. A clareira que parecia um
anfiteatro, ficou ocupada por estes seres castanhinhos.*

*Quando eu me deitei, retomei o meu corpo de Marta Maria, mas por dentro eu
sentia-me castanhinha, estava nos três mundos ao mesmo tempo. Vejo-me
deitada e todos os restantes seres castanhinhos ficaram à minha volta, eles
têm também a capacidade de se elevarem no etérico, pareciam diversas
camadas. Eu nunca me senti tão despida na minha vida como naquele momento,
embora já tenha estado noutros locais onde era observada por outros seres,
mas naquele momento senti que estava a ser totalmente observada, todos os
olhos estavam em cima de mim, eles têm os olhos como se fossem um RX, eu
via que eles me viam com a roupa que eu levava, também tudo por dentro, a
minha pele, os meus órgãos todos. Eu também os via em RX porque também faço
isso. Eles estavam a ver-me deitada e ao mesmo tempo estavam a estudar-me
como eu era.*

*O ser dirigente começa a falar a agradecer-me a minha ida até eles pois já
estavam à minha espera, há muito tempo há muito tempo, continuou a dizer
que eles estavam muito agradecidos de eu ter ido ao habitat deles, disse-me
que também faziam um trabalho igual ao nosso. Aí eu tive a noção exata que
eu conhecia aqueles seres, era os mesmos seres que iam ao espaço (de
reuniões esotéricas em Almada) onde eu ia. E continuou dizendo «nós também
ajudamos, interagimos todos para um mundo melhor e falou um pouco mais
sobre o assunto.*

*Os outros seres embora estivessem a ouvir toda esta conversa, estavam mais
interessados naquilo que eu tinha, célula por célula, do que ouvir a
conversa do chefe.*

*Eu continuava muito admirada de tudo o que me estava a acontecer.
Apercebi-me o quando a mente deles era maravilhosa, eles faziam uma
telepatia estrondosa, muito mais avançada do que a dos seres humanos. Eu
pensava «se ao menos os seres humanos, fizessem esta telepatia é que era
bom» porque eles são exímios na telepatia, entre nós humanos existe uma
facilidade de expressão vocal, entre os castanhinhos é em telepatia, era um
espetáculo e eu fiquei maravilhada. Eu faço telepatia, mas não chego aos
pés deles, sou muito inferior.*

*Para nós a fala é normal e para eles a telepatia é normal. Eles
agradeceram e disseram-me que continuavam a visitar-me e eu seria uma via
de comunicação entre eles e nós, e eu respondi «que sim». Por fim terminou,
eu deixo de ser um castanhinho por dentro e fico só eu Marta Maria e começo
a subir deitada pelo buraco da clareira e pensei «vou-me embora» e num
instante saio.*

*Quando estive no mundo dos castanhinhos notei que eles têm uma luz
diferente e que não vem do nosso sol, mas sim dada (vem do) pelo núcleo da
Terra. Quando eu entrei foi pela terra a dentro compacta, mas saí através
dum buraco apertado até uns metros acima da superfície da terra e fiquei
perplexa e pensei «este local existe no solo físico bem denso» e perguntei
para mim mesma «onde é que estou». Pensei que ia sair no local onde tinha
entrado, mas não, estava por cima das Serras de Sintra. Deslocando-me passo
por cima do Palácio da Pena em Sintra, depois atravesso as águas da foz do
rio tejo e chego à Fonte da Telha, na Costa da Caparica. Sinto-me entrar no
meu corpo, que estava naquele circulo e abanei-me toda devido à entrada.
Depois de ter voltado ao meu corpo, ainda sentia que tinha muito a ver com
aqueles seres castanhinhos e disse para mim mesma «Marta onde estão as
minhas pernas físicas densas» porque ainda tinha a sensação das perninhas
dos seres castanhinhos, mas olhando para mim na praia, constatei que tinha
as minhas pernas físicas.*

*Eu continuava a falar com o grupo e eu dizia «nunca ouvi ou li nada sobre
isto». Estava entre nós a dona do espaço de Almada que disse-me, está
descansada, porque um amigo meu no Algarve, contou-me que tinha ido ao
interior da terra e descreveu-me precisamente estes seres na mesma como
estás a contar.*

*Isto foi uma comprovação de que eles (os castanhinhos) existem mesmo.
Aquela ida ao encontro daqueles seres foi bem real e também foi
interessante saber que outra pessoa teve as mesmas experiências.*

*A partir dali comecei a ter uma sintonia mais com estes seres,
agradeci-lhes imenso esta nova experiência e pedi desculpa porque a minha
vontade era ir ver os ovnis e não ir para o interior da terra.
Eu desloco-me com muita facilidade, mas à medida que ia evoluindo fui
adquirindo outra capacidade em que não há deslocação.*

*Adquirimos um certo crescimento que é a expansão, uma visão alargada e bem
consciente, é como se fossemos uma pastilha elástica, a nossa consciência
estende-se aonde desejamos exercer a nossa ação, os quilómetros deixam de
existir e notamos que a nossa mente tornou-se permanentemente mais largada
e passamos a usar mais este contato.*

*O contato com esses seres castanhinhos são reais, eles trabalham como nós
em prol duma terra melhor, dum mundo mais perfeito, de uma humanidade mais
consciente, eles são muito bonitos, têm uma beleza e uma naturalidade, eles
têm uma pureza lindíssima (como se fossem bebés) que eu gosto de ver e
sentir esta energia. Quando aceitarmo-nos, abrimo-nos e ficarmos mais
conscientes da nossa mónada, então aparecerá mais pessoas a contar estas
experiências.*

*Cuidado se estamos ainda em certos patamares, não muito evoluídos,
misturamos muitas vezes as coisas umas com as outras, é preciso muito
cuidado ao falar de coisas que não se sabe bem, ou que não está bem certo,
isto provoca desiquilibrios na própria pessoa e confusão tanto nela como
aos demais.*

*Venho contar isto na primeira pessoa, sinto que é uma forma de incentivar
a vós todos para pedirem ao vosso eu interno, ao vosso Deus interno, para
terem, estas experiências. Ninguém é mais do que ninguém, se eu faço vocês
podem fazer, estamos num começo de uma nova era de grandes mudanças, a
energia é agora mais subtil e todas as pessoas podem ter este tipo de
expansões de consciência, basta crer para aceitar, não ter receios, não ter
medos que nos paralisam, lá porque a maioria não tem este tipo de
experiências, não precisamos de ser iguais aos outros, antes pelo
contrário, as grandes mudanças nunca começam por muita gente, foi sempre
por uma pessoa, só então porque é que têm medo de fazer uma coisa que os
outros não fazem, pensem nisto e obrigado a todos.*

*Respostas a perguntas da assistência à nossa palestrante Marta Maria
Caires.*

*1ª Há vezes que desloco para os ovnis e há vezes que vou lá fazer outras
coisas, já sei a sala onde vou trabalhar. Conforme vou à escola nesta
dimensão, também vamos à escola lá em cima, em dimensões mais subtis, todos
trabalhamos conforme a nossa evolução. Uma parte da população mais
evoluída, já vai à escola e a escola muitas vezes é nos ovnis e já
conhecemos o nosso local de encontros. Antigamente íamos mais de noite (não
muito, muito antigamente, aí eramos mais soltos) visto a energia da terra,
ser mais densa e a nossa também, mas agora não, fazemo-lo 24 horas andamos
a passear de lá para cá e de cá para lá.*

*2ª Vejo a terra como sendo oca, eles não estão aqui na superfície da
terra, estão na Terra mais por baixo e por baixo do mundo deles (dos
castanhinhos) já não há terras é oco, há um ar diferente e foi aí que eu me
encontrei com o Mestre Adama e seus habitantes.*

*3ª É com o corpo subtil que nós passamos as paredes, se a gente abrir um
pouco a nossa clarividência e ter adquirido o ponto principal que é a
pureza, amor incondicional, contatamos e deslocamo-nos a qualquer ponto do
cosmos. As pessoas pedem-me para contar mais sobre eles e continuo. Tive
outro encontro (entre vários) com estes seres castanhinhos quando me
desloquei ao Algarve. Fui passar uns dias a Manta Rota e quando acordei de
manhã, tive logo consciência que tinha estado a conversar (durante a noite)
com um homem e continuei mesmo acordada a conversa. Ele trazia um cajado,
aparentava uns 50 anos, eu sabia que ele era um pastor, mas também exercia
atividades na agricultura.*

*
Portanto quando eu acordei, tive a consciência daquilo que experenciei
durante a noite, em que o senhor dizia-me «anda, anda, vamos ver», eu sei
que ele no sei interior levava certo medo, percebi que ele queria-me
mostrar algo, mas ao mesmo tempo não queria e acoedei e decidi acompanhar o
senhor etéricamente.
Durante a noite o pastor no plano subtil deve ter-se sintonizado com os
meus conhecimentos e por isso ele se ofereceu para dar-me a conhecer aquele
poço e ajuda-lo também. Notei que eu não estava a ser levada para o
litoral, mas fui levada para a fronteira entre o Algarve e o Alentejo onde
existem algumas serras. Era aí que o pastor trabalhava e vivia perto. A
partir do meu corpo subtil, vi do alto que havia um buraco fundo para o
interior da terra. O pastor conduziu-me a este local e vi que no plano
físico tridimensionalmente havia um buraco com degraus na parede até ao
fundo.
Eu Marta Maria tenho um pouco de receio de locais muito altos e geralmente
peço ajuda. Eu lembro-me de «dê-me a mão» e assim foi segurou-me a minha
mão e fomos descendo os degraus cavados na parede da rocha que dava ao
buraco.
Á medida que eu ia descendo ia apercebendo-me aquele poço antigamente
servia para alimentar as necessidades agrícolas e familiares das
redondezas, mas agora por vezes ainda buscar agua para os animais. Quando
eu cheguei lá abaixo, vi que corria agua nesse buraco, mas pouca, no
inverno ficava cheio, num dos lados desse poço havia uma entrada, uma gruta.
O pastor insistiu que eu entrasse para essa gruta e fomos agachados, notei
que havia já algumas estalagmites. No final da gruta o pastor disse-me
«ouve com os teus próprios ouvidos» nessa altura vi que o pastor tinha
receio de estar ali.*

*Percebi que quando o pastor era pequeno, juntava-se com os amigos e
desciam naquele poço. Vi também que homens como o pastor são muito
transparentes de coração devido a estarem muito tempo em contato com a
natureza, eles têm uma perceção mais aguçada que a maioria das pessoas.*

*Contou-me que quando era miúdo vinha cá com os amigos e entravam na gruta
e ouviam uns barulhos estranhos, como se fossem pessoas a falar. Os rapazes
depois de ouvirem estes barulhos fugiam assustados. Cada vez que lá iam,
ouviam esses barulhos de vozes. O pastor receoso afastou-se dizendo-me
«fica tu, eu não quero ficar aí».*

*Nessa gruta eu vi uma coisa engraçada, com a minha visão subtil via que do
outro lado da parede da gruta a pouca distância, estavam os seres
castanhinhos a comunicarem entre eles. Eles tinham ali o seu habitat.
Aquilo que os rapazes ouviam (quando visitavam a gruta no seu corpo físico
denso, eram estes seres castanhinhos telepatizar, os rapazes não percebiam
o que era, mas sentiam a perceção dum barulho, parecido com vozes.*

*Dirigi-me a estes seres castanhinhos e perguntei-lhes «vocês vivem aqui?».
Eles disseram «sim temos aqui o nosso aglomerado». Então eu percebi, nós
aqui no cimo da terra, temos as nossas cidades, as nossas vilas, eles
também têm, ali atrás das paredes daquela mina, na fronteira entre o
Algarve e o Alentejo, era um lugarejo já muito, muito antigo deles. O
pastor e os seus amigos que tinham as suas perceções um pouco mais abertas,
captavam aquele barulho e tinham medo.*

*Retornei ao encontro do pastor e contei-lhe o que se passava e ele ficou
tranquilo. A sua mente deixou de lhe impor profundo receio para aquela
mina. Despedi-me do pastor (nos nossos corpos etéricos) e agradeci-lhe este
nosso encontro e fiquei contente por este pastor limpar a sua mente desses
medos e receios que tanto perturbam a humanidade.*

*Percebo agora aqui (neste corpo físico) que eles também têm uma estrutura
organizacional, como nós temos aqui na Terra, quando é preciso fazem novas
cidades. Tudo está muito organizado.*

*Na praia da Fonte da Telha, na Costa da Caparica, tive outro encontro com
as Ondinas e elas levaram-me a passear nos vários grupos e vi o trabalho
que elas faziam, por exemplo quando há pequenos distúrbios (cataclismos)
elas estão sempre dispostas a ajudar.*

*É bom sempre ter reuniões em espaços como este, porque fica a energia mais
centrada e a magia num local, toda numa mesma intenção, numa mesma onda e
somos sempre ajudados por seres mais altos e por personagens, que passaram
aqui por este país, continuando a ter um papel ativo nos destinos de
Portugal, como por exemplo o Infante de Sagres (que se apresenta sempre com
o seu chapéu preto), também o nosso inconfundível Fernando Pessoa, etc,
etc. Todos eles estão na mesma onda conotada com o auxílio a Portugal, como
se fossem dirigentes escondidos.*

*Termino dizendo. Conforme estamos aqui reunidos, eu no etérico também vou
a espaços que são locais de reuniões e discussões de assuntos relacionados
com o planeta terra.*

*Obrigada mais uma vez, agradeço a todos e continuem com o vosso trabalho.*

*Palestra dada à APO no Hotel Príncipe em 4 de junho de 2011 por Marta
Maria Caires e transcrita por Luís Aparício e Marta Caires.*

*A APO já publicou outro artigo resultante duma outra palestra que a Marta
Caires deu intitulada Adama e os curadores da nova
era<http://www.apovni.org/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=878:adama-e-os-curadores-da-nova-era&catid=11:intraterrenos&Itemid=13&gt;
,
tratando-se do contato com o dirigente da parte oca do nosso planeta. *

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